Entenda o que significa alguns termos econômicos!
É muito comum que algumas pessoas não consigam ler ou entender artigos econômicos por causa de algumas expressões, palavras ou termos que complicam o palavreado chamado por alguns de “economês”! O "economês" é uma língua estranha e dificílima, que quase ninguém entende, ela é falada pelos economistas ou profissionais da área que gostam de usar palavras difíceis e deixar todo mundo sem entendimento nenhum. Eu, pessoalmente, sou contra o uso do economês, pois percebo a importância do entendimento da economia por todos, mas também percebo que ás vezes fica impossível entender o assunto sem saber o básico deste palavreado. Assim, procurei alguns termos importantes no nosso dia a dia para explicar neste artigo e facilitar a partir de agora seu entendimento por economia. ÁGIO: É a diferença a mais, na compra de um título, ação, bem ou moeda, entre o valor nominal (oficial) e o valor pago pelo comprador. Assim, se um comprador paga um valor acima do de mercado por determinado bem ele está comprando aquele bem com ágio. ANDAR DE LADO: Mercado fraco, sem tendência definida ou estagnado. Expressão utilizada para indicar que o mercado está com uma tendência indefinida de elevação ou baixa dos negócios. Os operadores estão esperando por alguma sinalização e, enquanto isso, são prudentes em suas aplicações. BLUE CHIPS - O termo é usado no mercado norte-americano há mais de um século, e é adotado também no Brasil, para se referir às empresas com as ações mais negociadas em Bolsa de Valores. As blue chips são empresas de maior liquidez, ou seja, devido ao enorme volume de negócios, é possível converter a ação em dinheiro facilmente. Em geral, ações de empresas tradicionais de grande porte, com grande liquidez e procura no mercado de ações. Sinônimo de ações de empresas de primeira linha. BOLHA: Palavra usada para explicar uma alta excessiva de preços, tanto de ativos materiais (imóveis e terrenos), como de ativos financeiros (ações). A alta de preços é rápida e contínua, motivada pela grande procura, porém, como a demanda não se sustenta para sempre, em algum momento, a oferta fica maior que a procura, e a bolha se rompe, fazendo que os preços caiam provocando prejuízos para quem comprou esses ativos. CARTEIRA DE INVESTIMENTOS: Conjunto de ativos financeiros pertencentes a uma pessoa ou empresa. A carteira de um investidor é o conjunto de todos os tipos de investimentos que ele possui. A carteira de um o operador de bolsas de valores ou de um fundo de investimento é o conjunto de todos os títulos, papéis ou valores que são objeto de negociação. CUSTO DE OPORTUNIDADE: É o valor que se deixa de receber de um investimento quando se opta por um segundo investimento, ou seja, quando você desiste de fazer um investimento em prol de outro, o custo de oportunidade é o benefício que poderia ser obtido a partir desta oportunidade renunciada. INDEXAÇÃO: É um sistema de reajuste de preços da economia pelos índices oficiais de inflação, ou seja, é a correção monetária de contratos expressos em moeda corrente, com base na variação de índices de inflação (IPCA, IPC, IGPM, ETC), com o objetivo de proteger o credor do contrato das perdas provocadas pela desvalorização sistemática da moeda. Este mecanismo de indexação ganhou muita importância no Brasil durante os anos de inflação galopante. Praticamente todos os contratos - de aplicações financeiras, a aluguéis e salários - são indexados, corrigidos, pela variação da inflação. RESERVAS INTERNACIONAIS: Representam o depósito de moeda estrangeira mantido pelo Banco Central (BACEN) e autoridades monetárias, disponível para uso imediato, ou seja, que possuem total liquidez. No caso brasileiro, estas reservas são constituídas por dólares. RISCO PAÍS: É um indicador que tenta determinar o grau de instabilidade econômica de cada país. Desta forma, se tornou decisivo para o futuro imediato dos países emergentes. O risco país é um índice que mede o grau de “perigo” que um país representa para o investidor estrangeiro.
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